Seis pessoas, incluindo um jornalista estrangeiro, morreram nesta quarta-feira (13) ao norte da Faixa de Gaza no momento em que especialistas palestinos tentavam desativar um míssil israelense. Várias pessoas ficaram feridas.
Segundo o governo da Itália, o jornalista é o repórter italiano Simone Camilli.
"A morte de Simone Camilli é uma tragédia para sua família e para o país. Mais uma vez, um repórter pata o preço de uma guerra que já dura muitos anos", destacou a ministra italiana das Relações Exteriores, Federica Mogherini, em um comunicado.
Segundo a imprensa italiana, Simone Camilli, de 35 anos, filmou há três anos um documentário sobre a Faixa de Gaza e trabalhava para vários meios de comunicação internacionais, incluindo a agência de notícias americana Associated Press.
Camilli trabalhou em coberturas no Oriente Médio, Turquia e Bálcãs. Também fez reportagens sobre o naufrágio do cruzeiro "Costa Concordia" na Itália.
A explosão ocorreu em Beit Lahiya, cidade ao norte da Faixa de Gaza que foi cenário de intensos confrontos entre forças israelenses e militantes palestinos. Três técnicos em explosivos que trabalhavam no míssil morreram.
Em comunicado, a polícia de Gaza disse lamentar as mortas de três de seus homens, identificando como o chefe da equipe antibombas local, seu vice e outro oficial. O texto diz que uma bomba não detonada ao ser lançada por israelenses havia explodido.
De acordo com um correspondente da AFP, outro repórter local ficou gravemente ferido.
A explosão aconteceu poucas horas antes do fim de uma trégua de 72 horas, que está em vigor desde a noite de domingo (10).
Israel e Hamas mantêm negociações indiretas no Cairo, com a meta de alcançar um acordo que acabe em definitivo com a ofensiva israelense, iniciada em 9 de julho, na Faixa de Gaza.
Foi abordado por volta das 14h por dois jovens que estavam em outra moto na esquina das avenidas Doutor Assis Ribeiro e Gabriela Mistral, na Zona Leste de São Paulo. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, um dos criminosos era Leonardo Escarante, de 18 anos, que estava na garupa e apontou o revólver 38 para o motoqueiro. “Dá o alarme, dá o alarme”, afirmou o criminoso na abordagem. A. prontamente desceu do veículo e entregou o dispositivo.
Quando Escarante subiu na moto roubada, um modelo Hornet de cor branca, o policial que voltava para casa desceu de seu veículo particular que estava parado no cruzamento. Dois tiros foram disparados, sendo que um deles atingiu o abdômen do criminoso. Ele foi levado ao pronto-socorro do Tatuapé, onde passou por uma cirurgia e a bala foi retirada. Seu quadro é estável, segundo a Secretaria da Segurança Pública.
"Dei muita sorte de ter um policial ali naquela hora e bem posicionado", afirmou o motociclista a Vip Brasil. A. afirma que leva uma câmera em seu capacete para divulgar sua rotina e os passeios que faz pela internet. Ele disse ainda acreditar que os jovens queriam sua moto não para vender, mas sim para "ficar ostentando".
Ação policial Segundo a Polícia Militar, o policial de 45 anos havia atuado na Operação Delegada, bico oficial que a categoria presta para a prefeitura de São Paulo para fiscalizar atividades como o comércio ambulante. Segundo a PM, uma análise preliminar do vídeo mostra que a ação foi “legítima e correta”. O criminoso aparece com um dos braços estendidos ao policial e estaria segurando o revólver.
“O policial, cumprindo seu dever, saiu de seu carro para ajudar a vítima. Ao intervir na ocorrência, percebeu o criminoso apontando a arma em sua direção e efetuou dois disparos com sua pistola ponto 40, atingindo-o no abdome e em uma das pernas”, informou a PM por meio de nota. “O oficial demonstrou preparo e compromisso com a causa pública”, complementou a polícia.
O comparsa de Leonardo conseguiu fugir. O caso foi registrado no 10º Distro Policial, na Penha, como tentativa de roubo de veículo e lesão corporal decorrente de intervenção policial.
A moto da vítima foi apreendida e devolvida ao dono. O revólver do suspeito, que tinha a numeração raspada, foi recolhido para perícia juntamente com a pistola .40 do policial. Também foram apreendidos R$ 177 que o criminoso levava. A Polícia Civil solicitou exames residuográficos ao PM e a Leonardo.
Motociclista Após publicar o vídeo de mais de 8 minutos de duração, A. retirou o arquivo do Youtube afirmando que queria evitar represálias. Mas o vídeo já havia sido replicado por outros usuários.
Em um segundo vídeo publicado sobre o fato, o motoqueiro aparecendo novamente pilotando sua Hornet Branca e falando sobre o “susto” que tomou com a tentativa de assalto.
“Sofri uma tentativa de assalto agora à tarde. Graças a Deus tinha um policial militar próximo e conseguiu atingir o mala com dois tiros”, disse. “Meteu o cano na minha cara”, disse em relação ao bandido. “Deus está comigo guerreiro”, disse A.
O terceiro dia do julgamento de Giselma Carmen Campos, acusada de mandar matar o marido, o diretor-executivo da Friboi Humberto de Campos Magalhães, deve ter início às 10h desta quinta-feira (26) com o interrogatório da ré e de seu irmão, Kairon Alves.
Apesar de estarem casados judicialmente, o casal estava separado na época do crime, em 2008.
O júri começou na terça-feira e ocorre no Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste da capital. Após os interogatórios dos acusados de matar Humberto, terá início a fase de debates entre a acusação e defesa, com duas horas e meia para cada uma das partes. Se o promotor José Carlos Consenzo optar pela réplica, terá mais duas para sua explanação, mesmo tempo concedido aos defensores para tréplica. Em seguida, o Conselho de Sentença se reúne para decidir sobre o caso.
Nesta quarta-feira , segundo dia de julgamento, os destaques foram para os depoimentos dos irmãos Carlos Eduardo Magalhães, de 22 anos, e de Marcus Vinícius Campos de Magalhães, filhos da ré Giselma e da vítima Humberto.
Como testemunha de defesa, o estudante de direito Marcus Vinícius Campos de Magalhães afirmou acreditar na inocência da mãe, Giselma. Filho mais velho do casal, ele disse que a mãe não tinha motivos para matar o pai, mas não conseguiu, em seu depoimento, segundo o advogado de defesa, Ademar Gomes, defender a mãe.
"Ele estava tenso, nervoso, travou por completo. Não posso aceitar isso de um estudante de direito. Ele prejudicou muito a defesa. O filho não soube defender a mãe", afirmou Gomes.
À tarde, o estudante de administração Carlos Eduardo Magalhães, de 22 anos, disse, por sua vez, que a mãe Giselma Carmen Campos perseguia o pai. “Ela vivia perseguindo meu pai, ligava para saber o horário de entrada e de saída da empresa, ligava para os seguranças para saber se ele estava acompanhado de alguém”, afirmou durante os questionamentos da promotoria.
Carlos Eduardo afirmou que a mãe nunca negou o crime, apesar de ressaltar que eles não falavam sobre o caso. “Em nenhum momento ela tentou se defender do crime, dizendo que não mandou executar meu pai." Quero Justiça. Ela planejou isso durante muitos meses. Eu vivi em casa como um inimigo" Carlos Eduardo Magalhães
A ré estava na sala durante o depoimento de Carlos Eduardo. Ela manteve a cabeça baixa, escrevendo em folhas de papel. Giselma não esboçou reação durante as respostas do filho ao promotor do caso. O jovem chamou a mãe pelo nome durante todo o tempo. Questionado pelo promotor José Carlos Consenzo sobre o motivo de se referir a mãe como Giselma, ele respondeu que sempre a tratou assim. “Eu não considero mãe uma pessoa que tem coragem de fazer comigo o que muitas pessoas não fariam”, justificou.
Mais tarde, questionado pelos jornalistas, na saída do fórum, por qual motivo não chama Giselma de mãe, Carlos Eduardo disse que "é consequência das atitudes dela". "Dói não ter mãe. Não chamar de mãe é a consequência das atitudes dela. Eu queria muito ter uma mãe que eu pudesse acordar e chamar de mãe, mas infelizmente não é o caso."
O crime Segundo a polícia e a promotoria, depois da separação informal, Giselma passou a planejar o assassinato de Humberto.
Giselma procurou o irmão Kairo Alves, no Maranhão, que havia saído da prisão, onde passou 18 anos condenado por tráfico de drogas. Segundo a polícia, Kairo veio a São Paulo e contratou dois pistoleiros no Centro de São Paulo. A investigação mostrou que Giselma pagou ao irmão e aos pistoleiros cerca de R$ 30 mil.
No dia da morte, um dos assassinos utilizou o celular do filho mais velho de Humberto, entregue por Giselma, e telefonou para o executivo dizendo que o jovem estava passando mal, no meio da rua. Humberto saiu de casa apressado e foi à rua indicada procurando o filho de casa em casa. Ao voltar para o carro, um motoqueiro se aproximou e depois de uma rápida discussão disparou dois tiros que mataram Humberto.
Ciúmes e dinheiro Segundo Carlos Eduardo, os pais sempre tiveram um relacionamento difícil. De acordo com o estudante, o pai havia saído de casa em outubro de 2007, mas pagava todas as despesas do imóvel e da família. “Meu pai não queria entrar com processo litigioso, que era muito desgastante, queria resolver de forma consensual”, disse.
O promotor perguntou qual motivo que Giselma teria para matar o executivo. “Uma das coisas é que a Friboi era uma empresa familiar e os donos eram muito acessíveis. Então, ela não queria perder esse status para outra mulher, além da condição financeira. O que ela não queria é que a Adriana [mulher do pai na época do crime] tivesse acesso ao dinheiro dele.” Carlos Eduardo contou que a mãe demonstrava ter muito ciúmes da mulher que vivia com o executivo.
O estudante afirmou que “não há ódio" na decisão de testemunhar contra a mãe. "Quero Justiça. Ela planejou isso durante muitos meses. Eu vivi em casa como um inimigo. O que é espantoso nessa história é ela ter feito o que fez sendo que ele tinha sido muito bom para ela.”
Carlos Eduardo detalhou o que fez na data da morte do pai, em dezembro de 2008. Ele disse que não chegou a desmarcar um jantar que havia agendado com o executivo. O estudante contou que não encontrou o celular e que a mãe pediu que ele não ligasse para Magalhães porque estava “resolvendo um problema com ele”.
Depois do crime, Giselma pediu ao filho, segundo o relato dele, que omitisse esse pedido para a polícia. “Como eu sabia que ela já tinha um histórico de ser uma pessoa agressiva, de muitos conflitos com meu pai, eu fiquei com medo e omiti informações para não incriminá-la.”
O estudante relatou aos jurados que foi a mãe quem o comunicou que o celular dele estava envolvido no crime e que a polícia suspeitava da participação de Carlos Eduardo na morte. Segundo as investigações apontaram depois, o aparelho foi usado pelo tio dele, Kairon Vaufer Alves, também julgado pelo assassinato, para atrair o executivo para a rua do assassinato.
O jovem garantiu que não conhecia o tio porque ele foi preso antes de o estudante nascer e permaneceu na cadeia por muitos anos. Em relação a fotografias do tio encontradas pela polícia no quarto dele, Carlos Eduardo disse que a mãe havia pedido que ele digitalizasse as imagens e disse apenas que eram “da família”.
Ele acredita que a mãe tentou o incriminar. "Desde o momento que ela colocou as fotos do Kairon no meu guarda-roupas, ela tentou me conectar a ele, fora ter utilizado o meu celular.” Segundo o jovem, a mãe viajou para o Maranhão, onde vivia o tio, cerca de seis meses antes da morte de Humberto Magalhães.
As defesas de Giselma e de Kairon abriram mão de fazer perguntas para a testemunha e Carlos Eduardo foi dispensado por volta das 19h30 desta quarta-feira. Depois, foi ouvida a testemunha Leila Ferreira da França, ex-empregada de Giselma. Ela falou sobre o relacionamento dela com os filhos e o depoimento de Marcus Vinícius Campos Magalhães começou às 19h55 e encerrou o julgamento na quarta.
Amarildo de Souza é o ajudante de pedreiro que sumiu, em julho, quando foi detido por PMS na Unidade de Polícia Pacificadora da favela da Rocinha, no Rio.
Repórteres do Fantástico e da Vip Brasil localizaram testemunhas que afirmam: antes de Amarildo desaparecer, já existia a prática de abusos e torturas no mesmo posto da Polícia Militar.
As denúncias foram feitas ao Ministério Público e dão pistas importantes para solucionar o caso.
O desaparecimento de um ajudante de pedreiro em julho, no Rio, ganhou repercussão nacional. Na internet e nas ruas de várias cidades brasileiras, uma mesma pergunta: “Cadê o Amarildo?".
Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora da Rocinha são suspeitos de torturar e matar Amarildo de Souza e de terem escondido o corpo. Mas por quê? A resposta pode estar em denúncias feitas ao Ministério Público por moradores que se dizem vítimas da violência de policiais da mesma UPP, instalada na Rocinha há um ano.
A PM vinha levantando informações sobre o tráfico na favela para uma operação batizada de ‘Paz Armada’. A operação aconteceu um dia antes de Amarildo ser levado à UPP e nunca mais ser visto.
“Eu ouvi mãe de família dizendo que a polícia entrava a qualquer hora, do dia ou da noite, em suas casas, dizendo que havia suspeita de que ali havia um depósito de drogas. Traziam para fora da casa adolescentes para fazer perguntas e pressionar sobre informações de onde estariam as armas ou as drogas”, declara a promotora de Justiça do RJ Gláucia Costa Santana.
“Choque na cara, no peito, no pescoço, nos braços”, diz uma testemunha.
Um dos autores das denúncias é menor de idade e responde a uma ação no Juizado da Infância e da Juventude por associação ao tráfico.
“Me enquadraram na viela aqui embaixo, em uma pracinha perto da minha casa. Aí me enquadraram e, nisso, perguntaram onde estavam os traficantes. Não sabendo, eles me deram uma banda. Pegaram uma sandália do meu pé, aí começaram a me dar tapa na cara, com a sandália na minha cara”, ele diz.
Segundo o rapaz, isso foi só o começo: “Me arrastaram para o beco mais escuro. Aí começaram a me agredir. Botaram saco na minha cabeça, me molhando, dando choque”, conta.
A tortura foi testemunhada por uma pessoa que conhecia o jovem. Ela avisou a um parente da vítima. Somente quando esse parente chegou ao local o rapaz foi liberado.
O rapaz afirma que, no dia 13 de julho, véspera do desaparecimento de Amarildo, foi levado para o Centro de Comando e Controle da UPP durante a operação ‘Paz Armada’.
“Me levaram para a dentro do banheiro. Chegou dentro do banheiro, começaram a me bater, botaram a minha cara dentro do vaso”, ele relata.
Na versão dele, a sessão de tortura só acabou porque mais uma vez parentes apareceram.
Você vê no vídeo o momento em que um jovem que trabalha como auxiliar de serviços gerais é dominado por um PM com uma gravata. Moradores protestam, mas o policial não o solta. Eles vão para o chão. Instantes depois, o rapaz se levanta e, cercado por PMs, leva outra gravata. A situação dura pelo menos sete minutos. Quando o vídeo acaba, ele está sentado no chão, algemado.
O auxiliar de serviços gerais estava na rua mais movimentada da Rocinha a espera do ônibus que o levaria ao trabalho. Foi onde ele encontrou PMs que faziam o patrulhamento.
“Eles me chamaram, pediram para revistar minha mochila e pediram meu documento. Falei: ‘meu senhor, sou trabalhador, tenho carteira assinada, não devo nada, pode puxar aí’. Aí eles: ‘não, vamos ali’. Aí eu falei que não ia. Ele me pegou na gravata e foi o que aconteceu.”, ele diz.
Isso aconteceu em abril, mesmo mês em que o líder comunitário Carlos Eduardo Barbosa e um grupo de moradores levaram as primeiras denúncias de torturas na UPP ao Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos.
Carlos Eduardo só concordou em falar ao Fantástico se pudesse mostrar o rosto. Ele explica por quê: “O meu medo hoje é continuar invisível, continuar em um beco não sendo visto, e ninguém sabendo o que está acontecendo com a gente”.
Ele afirma que o irmão foi confundido com um traficante e espancado: “Os policiais começaram a bater no rosto dele, deram tapa na cara, pegaram na garganta dele e apertaram, deram soco na barriga dele. Ele começou a ficar com falta de ar e falando que não sabia o que estava acontecendo. Por sorte, duas vizinhas fizeram barulho na janela e perceberam o que estava acontecendo”, ele relata.
As denúncias foram encaminhadas ao Comando Geral da PM e ao comando das UPPs. Segundo o Conselho de Direitos Humanos, os comandantes informaram que estavam cientes do que estava acontecendo na Rocinha. Quase três meses depois das primeiras denúncias, Amarildo desapareceu.
Para a promotora que investiga as denúncias de tortura, a busca da polícia por informações sobre o tráfico não deu certo. Segundo a promotora, essa busca levou à detenção e ao desaparecimento (morte) de Amarildo.
Em nota, a Polícia Militar diz que "não deixa de apurar nenhuma informação concreta que chega ao Comando das UPPs sobre má conduta de policiais".
Também em nota, a Secretaria de Segurança afirma que “a UPP da Rocinha é bem avaliada pelos moradores e que acompanha com atenção a evolução dos trabalhos do Ministério Público”.
“O projeto Unidade de Polícia Pacificadora é um sonho de todo mundo. Nós apostamos nele. Nós não queremos que o que aconteceu na Rocinha se repita em outras Unidades de Polícia Pacificadora”, afirma a promotora.
Dias depois do sumiço de Amarildo, quatro PMs foram afastados da UPP da Rocinha. Já o major Edson Santos deixou o comando da UPP no início deste mês.
A mulher e os seis filhos de Amarildo abandonaram a casa de um cômodo em que moravam.
Veículo em que o jovem estava teve os pneus e a traseira atingidos pelos tiros da PM
Um jovem universitário natural de Tauá, cidade do Ceará, identificado como José Fernandes Castelo, de 19 anos, morreu na noite deste sábado (13) após levar um tiro da Polícia Militar no município de Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte. Segundo informações do capitão Rabelo, do 12º Batalhão da PM, o rapaz conduzia um Honda Civic, com placas de Fortaleza, quando furou uma barreira policial e, ao ser perseguido, atropelou três pessoas, deixando duas delas (uma idosa e um motociclista) em estado grave no hospital Tarcísio Maia.
“Ele furou o bloqueio e jogou o carro em cima de um dos nossos policiais. Por pouco não o atropelou também. Ele foi perseguido por mais de oito quilômetros e não atendeu às ordens para parar o carro. Atropelou três pessoas”, afirmou o capitão Rabelo.
Ainda de acordo com informações da PM, familiares do rapaz teriam confirmado que ele havia bebido. “Disseram também que o rapaz cursava Engenharia Civil no campus da Universidade Potiguar (UnP) em Mossoró", acrescentou. Segundo perícia do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep), foi encontrado um copo com bebida alcoólica dentro do veículo. O tiro que atingiu o rapaz, inclusive, perfurou a lanterna traseira do lado direito, atravessou o banco do motorista e atingiu as costas de Castelo.
A perseguição, conforme registrado pela PM de Mossoró, aconteceu por volta das 22h, a partir da avenida Leste-Oeste, no Centro da cidade. Consta que o jovem cearense ainda foi perseguido por guarnições da Departamento de Polícia Rodoviária Estadual (DPRE) por várias ruas do bairro Boa Vista, só parando o veículo ao ser alvejado no bairro Nova Betânia.
Ainda de acordo com o relatório dos policiais, os atropelamentos ocorreram no cruzamento das ruas Dr. João Marcelino com Pedro Velho. Uma pessoa ficou levemente ferida e outras duas foram socorridas ao Hospital Tarcísio Maia. “Uma senhora idosa e um motociclista continuam internados em estado grave”, revelou o capitão Rabelo.
Por fim, a PM confirmou que José Fernandes Castelo foi atingido pelo disparo quando ainda tentava escapar da perseguição, no bairro Nova Betânia. Os pneus do carro também foram furados pelos tiros. “Ele foi socorrido ao hospital, mas infelizmente não resistiu ao ferimento", lamentou Rabelo.
Velório e enterro
O corpo do universitário está sendo velado desde às 16h deste domingo (14) no Cemitério Parque da Paz, em Fortaleza. Segundo o tio do jovem, Marco Aurélio, toda a família saiu de Tauá, no interior do Ceará, para se despedir do rapaz. “Estão todos muito abatidos. Ele tinha três irmãos, era o mais velho”, contou.
Agente tinha sido transferido do Presídio Federal de Rondônia para unidade de Mossoró há um mês
Fábio Vale Uma abordagem policial ocorrida na madrugada de hoje (23) no município de Campo Grande, localizado a cerca de 120 km de Mossoró, teve um desfecho trágico. Um agente penitenciário do Presídio Federal de Mossoró foi morto durante a ação da Polícia Militar pertencente ao Batalhão de Assu. Iverildo Antônio da Silva, de 37 anos de idade, morreu na troca de tiros com três PM’s que teriam solicitado que ele baixasse o volume do som em um bar de Campo Grande. Os policiais envolvidos na ação se apresentaram à Polícia Civil e foram ouvidos pelo delegado de Patu.
O fato aconteceu neste sábado, por volta das 04h, quando, de acordo com as primeiras informações da polícia local, os policiais militares foram acionados para atender uma ocorrência de som alto, cujo infrator seria o agente penitenciário Iverildo. Segundo a polícia, quando os três policiais militares chegaram ao local, um bar localizado no Centro de Campo Grande, foram abordar o agente que não teria se identificado e teria sacado a arma, uma pistola, atirando contra os PM’s.
Segundo informações preliminares, o agente estava de folga bebendo com o som do carro bastante alto, e ao receber a denúncia a policia foi até o local para pedir que o mesmo baixasse o volume do som. O agente não teria gostado da abordagem e sacado uma pistola 380 atirando contra os policiais que revidaram. Diante da reação, houve revide por parte dos policiais militares e, na troca de tiros, o agente acabou baleado e morto.
O agente foi alvejado com vários tiros caindo no local. Iverildo ainda foi socorrido pelos próprios PM’s para o hospital local, mas, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito na unidade de saúde. O corpo do agente foi removido do hospital por uma funerária e encaminhado para necropsia no Itep/Mossoró. Com a liberação do corpo, o velório e sepultamento de Iverildo foi sepultado no município de Paraú, no Vale do Açu, onde ele era natural e residia com familiares.
Logo após o ocorrido, os três PM’s envolvidos na ação, um tenente e dois soldados, que não tiveram as identidades reveladas, se apresentaram espontaneamente na delegacia de polícia civil de Patu e foram ouvidos pelo delegado Getúlio Medeiros. O titular relatou que, em depoimento, os policiais confirmaram a versão de que a morte do agente se deu diante do confronto resultante da reação do agente para com a abordagem policial. Getúlio Medeiros informou que o inquérito se caracterizará como homicídio e que os policiais ficam à disposição da PM.
Parentes do agente contaram que ele estava servindo ao Sistema Penitenciário Federal há cerca de três anos, quando foi aprovado em concurso público e convocado para assumir vaga no Presídio Federal de Rondônia, em Porto Velho. A transferência dele para a unidade de segurança máxima em Mossoró se deu há cerca de um mês. Segundo familiares, Iverildo era uma pessoa tranquila e que a suposta reação dele pode ter sido motivada pela bebida alcóolica. http://www.correiodatarde.com.br/editorias/policia-64178
A Central de Operações da policia militar registrou mais uma morte de forma violenta na madrugada de Terça feira 16 de agosto de 2011, em Mossoró.
João Paulo de Oliveira, 19 anos de idade, Solteiro, Pintor, residente na Rua Francisco Sena na estrada da raiz no bairro santo Antonio, foi morto em confronto com a policia, por volta de duas horas da manhã.
Policiais procuravam uma pessoa acusada de praticar um crime de homicídio no bairro santo Antonio e receberam a informação de onde a mesma estava escondida. O local foi cercado e o acusado teria disparado contra os militares que reagiram.
João Paulo de Oliveira, foi atingido, ainda chegou a ser socorrido, mas não resistiu e morreu a caminho do hospital regional Tarcisio maia.
Na residência onde João Paulo estava escondido, "Uma vila", a policia encontrou duas escopetas calibre 12. Uma com a munição deflagrada, contra os policiais/50 gramas de Crack em pedras/130 Gramas de maconha em tabletes/Cocaína/celulares/saquinhos para embalagem de droga.
Duas mulheres foram conduzidas para a delegacia de plantão, acusadas de serem proprietárias da droga e de terem dado abrigo ao acusado.
* Francisca Edilma da Silva, 18 anos de idade, natural de Mossoró, desempregada.
* Bruna Lopes Gomes, 28 anos de idade, natural de Mossoró, desempregada.
As duas foram conduzidas a delegacia de plantão para serem ouvidas sobre as drogas.
Na delegacia, as mulheres disseram que João Paulo teria confessado ser o autor da morte de Emanuel.
Nota: O esposo de "Edilma" se encontra preso há dois meses acusado de trafico de droga.
Da redação do DIARIODENATAL.COM.BR, com informações de Nosso Paraná
Um jovem identificado como Alex Renally Pereira Eusébio, 29 anos, que foi baleado na noite dessa quarta-feira (17), no município de Pau dos Ferros, quando dois homens invadiram sua residência, próxima à clínica de doenças renais da cidade, e efetuaram disparos em seu rosto e perna esquerda, ficando gravemente ferido, não resistiu aos ferimentos e morreu na noite dessa quinta-feira (17). Após ter sido socorrido para o HRCCA, foi transferido em estado grave para o Hospital Tarcisio Maia em Mossoró.
Na ocasião, Francisco Carlos da Silva, 26 anos, conhecido como Carlinhos de Goreth, também foi morto com vários disparos. Uma outra vítima que estava n residência, identificada como Vicente de Paulo Silva, o Paulinho, foi atingido com um tiro na perna direita.
Os corpos foram liberados pelo ITEP/RN na tarde dessa quinta-feira (18), após os exames de perícia. Policiais Militares realizaram várias diligências pela região, em busca dos suspeitos, mas ninguém ainda foi localizado. A Polícia Civil começa a investigar o caso já que os dois mortos têm passagens pela Polícia.