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sábado, 12 de outubro de 2013

Jovem desaparecida é encontrada morta na ilha

                                   
Agentes da Divisão de Homicídios (DH) estão investigando a morte da universitária Pâmela Belarmino, de 19 anos. O corpo dela foi encontrado, na manhã deste sábado, na Praia da Ribeira, na Ilha do Governador, na Zona Norte. A vítima estava desaparecida desde a última sexta-feira, quando saiu de casa para ir à faculdade.

O corpo da jovem foi encontrado por policiais militares às 6h30m. Ela estava molhada, na areia, e segundo o comandante do 17º BPM (Ilha do Governador), coronel Corpas, não apresentava sinais aparentes de agressão. O corpo será periciado para checar se a jovem foi estrangulada.

Desde ontem, parentes e amigos da família da jovem postaram mensagens na internet pedindo informações sobre o paradeiro da estudante.

Na sexta-feira, Pâmela saiu de sua casa, em Vigário Geral, na Zona Norte, e foi para a Unisuam, em Bonsucesso, universidade onde estuda Administração. Por volta das 10h, ela saiu do local para ir ao estágio, no Centro, entretanto, ela não chegou à empresa.

 A chefe dela ligou para a família de tarde, perguntando o motivo da falta. Não sabíamos. As amigas confirmam que ela foi à faculdade. Uma circunstância curiosa é que ela estava com uma bolsa, onde estavam seu celular e sua carteira, que não foi encontrada junto de seu corpo. Suspeitamos que ela tenha sido vítima de um roubo — conta o tio da vítima, Marco Antônio Belarmino.

A DH vai ouvir os familiares da vítima na próxima segunda-feira e pedir imagens do circuito interno da universidade.

O sepultamento da jovem será neste domingo, no cemitério de Irajá, no subúrbio do Rio.



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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Agente do Presídio Federal é morto pela Polícia Militar


Raul Pereira
 
Agente tinha sido transferido do Presídio Federal de Rondônia para unidade de Mossoró há um mês 
 


Fábio Vale
 
Uma abordagem policial ocorrida na madrugada de hoje (23) no município de Campo Grande, localizado a cerca de 120 km de Mossoró, teve um desfecho trágico. Um agente penitenciário do Presídio Federal de Mossoró foi morto durante a ação da Polícia Militar pertencente ao Batalhão de Assu. Iverildo Antônio da Silva, de 37 anos de idade, morreu na troca de tiros com três PM’s que teriam solicitado que ele baixasse o volume do som em um bar de Campo Grande. Os policiais envolvidos na ação se apresentaram à Polícia Civil e foram ouvidos pelo delegado de Patu.

O fato aconteceu neste sábado, por volta das 04h, quando, de acordo com as primeiras informações da polícia local, os policiais militares foram acionados para atender uma ocorrência de som alto, cujo infrator seria o agente penitenciário Iverildo. Segundo a polícia, quando os três policiais militares chegaram ao local, um bar localizado no Centro de Campo Grande, foram abordar o agente que não teria se identificado e teria sacado a arma, uma pistola, atirando contra os PM’s.

Segundo informações preliminares, o agente estava de folga bebendo com o som do carro bastante alto, e ao receber a denúncia a policia foi até o local para pedir que o mesmo baixasse o volume do som. O agente não teria gostado da abordagem e sacado uma pistola 380 atirando contra os policiais que revidaram. Diante da reação, houve revide por parte dos policiais militares e, na troca de tiros, o agente acabou baleado e morto.

O agente foi alvejado com vários tiros caindo no local. Iverildo ainda foi socorrido pelos próprios PM’s para o hospital local, mas, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito na unidade de saúde. O corpo do agente foi removido do hospital por uma funerária e encaminhado para necropsia no Itep/Mossoró. Com a liberação do corpo, o velório e sepultamento de Iverildo foi sepultado  no município de Paraú, no Vale do Açu, onde ele era natural e residia com familiares.

Logo após o ocorrido, os três PM’s envolvidos na ação, um tenente e dois soldados, que não tiveram as identidades reveladas, se apresentaram espontaneamente na delegacia de polícia civil de Patu e foram ouvidos pelo delegado Getúlio Medeiros. O titular relatou que, em depoimento, os policiais confirmaram a versão de que a morte do agente se deu diante do confronto resultante da reação do agente para com a abordagem policial. Getúlio Medeiros informou que o inquérito se caracterizará como homicídio e que os policiais ficam à disposição da PM.



Parentes do agente contaram que ele estava servindo ao Sistema Penitenciário Federal há cerca de três anos, quando foi aprovado em concurso público e convocado para assumir vaga no Presídio Federal de Rondônia, em Porto Velho. A transferência dele para a unidade de segurança máxima em Mossoró se deu há cerca de um mês. Segundo familiares, Iverildo era uma pessoa tranquila e que a suposta reação dele pode ter sido motivada pela bebida alcóolica.

http://www.correiodatarde.com.br/editorias/policia-64178
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