O goleiro Bruno Fernandes de Souza foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão, sendo 17 anos em regime fechado, por todos os crimes a que era julgado no caso do assassinato de Eliza Samudio, ocorrido em 2010. Já Dayanne Rodrigues, ex-mulher do jogador, foi absolvida dos crimes. A sentença saiu na madrugada desta sexta-feira, após um longo dia de debates entre acusação e defesa no Tribunal do Júri de Contagem, em Minas Gerais.

Goleiro Bruno é condenado
Bruno foi condenado em todos os crimes e suas qualificadoras. O ex-jogador do Flamengo estava sendo julgado por homicídio triplamente qualificado de Eliza Samudio, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado da vítima e de Bruninho, filho do goleiro com Eliza. Dayanne era acusada por sequestro e cárcere somente da criança.
A juíza Marixa usou palavras fortes para se referir ao goleiro. A juíza afirmou que Bruno não mereceu a redução de pena que Luiz Henrique Romão, o Macarrão, recebeu, pois não reconhece que ele confessou o crime. Marixa também disse que o goleiro é uma pessoa fria e violenta e que agiu de forma dissimulada. "O réu achou que sumindo com o corpo a impunidade estaria certa".
"A culpabilidade dos crimes cometidos é intensa e altamente reprovável. Hoje, a sociedade de Contagem reconheceu o envolvimento do réu nessa trama diabólica", leu a magistrada.
Bruno deve deixar a prisão em 2017. No total, o jogador recebeu 17 anos e 6 meses pelo homicídio triplamente qualificado. Pelo sequestro e cárcere privado, ele foi condenado a 3 anos e 3 meses. Pela ocultação de cadáver, o goleiro recebeu mais 1 ano e 6 meses. Ou seja: em regime fechado, Bruno cumprirá mais 4 anos, por já ter ficado na penitenciária Nelson Hungria há 3 anos e 9 meses.
A reunião dos jurados durou pouco mais de uma hora. Eles foram encaminhados para uma sala, onde tiveram que responder perguntas sobre uma série de quesitos relacionados aos crimes a que cada réu era julgado. Ao final, o júri voltou ao plenário, onde a juíza Marixa Rodrigues começou a redigir a sentença.

Advogado Lúcio Adolfo e promotor Henry (no fundo) travaram batalha no tribunal | Foto: Divulgação
Promotor pede aos jurados a absolvição de Dayanne
O promotor Henry Wagner Vasconcelos surpreendeu, nesta quinta-feira, ao pedir a absolvição de Dayanne Rodrigues. "Peço a vossas excelências que absolvam Dayanne, pois ela estava sob constrangimento causado por Zezé (ex-policial acusado de participaçao na morte de Eliza Samudio), o que não a permitia agir dentro da lei", disse o promotor.
Ao ouvir Henry Vasconcelos, a ex do goleiro chorou muito, enquanto os advogados de defesa da ex-mulher do goleiro comemoravam. "Dayanne foi manobrada por aqueles marmanjos. Bruno deixou a mãe de suas filhas à mercê de Zezé. E também não atendeu suas ligações quando ela estava na delegacia. Ora, é um homem ocupado, que não pode fazer exame de DNA, que não poderia atender Dayanne", encerrou a promotoria.
Tiago Lenoir, advogado de Dayanne, acredita que a ex-mulher de Bruno, garantiu sua absolvição com o novo depoimento nesta manhã, quando a ré colaborou com mais informações para o caso Eliza Samudio.
Dia decisivo para Bruno
Goleiro Bruno é condenado
Bruno foi condenado em todos os crimes e suas qualificadoras. O ex-jogador do Flamengo estava sendo julgado por homicídio triplamente qualificado de Eliza Samudio, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado da vítima e de Bruninho, filho do goleiro com Eliza. Dayanne era acusada por sequestro e cárcere somente da criança.
A juíza Marixa usou palavras fortes para se referir ao goleiro. A juíza afirmou que Bruno não mereceu a redução de pena que Luiz Henrique Romão, o Macarrão, recebeu, pois não reconhece que ele confessou o crime. Marixa também disse que o goleiro é uma pessoa fria e violenta e que agiu de forma dissimulada. "O réu achou que sumindo com o corpo a impunidade estaria certa".
"A culpabilidade dos crimes cometidos é intensa e altamente reprovável. Hoje, a sociedade de Contagem reconheceu o envolvimento do réu nessa trama diabólica", leu a magistrada.
Bruno deve deixar a prisão em 2017. No total, o jogador recebeu 17 anos e 6 meses pelo homicídio triplamente qualificado. Pelo sequestro e cárcere privado, ele foi condenado a 3 anos e 3 meses. Pela ocultação de cadáver, o goleiro recebeu mais 1 ano e 6 meses. Ou seja: em regime fechado, Bruno cumprirá mais 4 anos, por já ter ficado na penitenciária Nelson Hungria há 3 anos e 9 meses.
A reunião dos jurados durou pouco mais de uma hora. Eles foram encaminhados para uma sala, onde tiveram que responder perguntas sobre uma série de quesitos relacionados aos crimes a que cada réu era julgado. Ao final, o júri voltou ao plenário, onde a juíza Marixa Rodrigues começou a redigir a sentença.
Advogado Lúcio Adolfo e promotor Henry (no fundo) travaram batalha no tribunal | Foto: Divulgação
Promotor pede aos jurados a absolvição de Dayanne
O promotor Henry Wagner Vasconcelos surpreendeu, nesta quinta-feira, ao pedir a absolvição de Dayanne Rodrigues. "Peço a vossas excelências que absolvam Dayanne, pois ela estava sob constrangimento causado por Zezé (ex-policial acusado de participaçao na morte de Eliza Samudio), o que não a permitia agir dentro da lei", disse o promotor.
Ao ouvir Henry Vasconcelos, a ex do goleiro chorou muito, enquanto os advogados de defesa da ex-mulher do goleiro comemoravam. "Dayanne foi manobrada por aqueles marmanjos. Bruno deixou a mãe de suas filhas à mercê de Zezé. E também não atendeu suas ligações quando ela estava na delegacia. Ora, é um homem ocupado, que não pode fazer exame de DNA, que não poderia atender Dayanne", encerrou a promotoria.
Tiago Lenoir, advogado de Dayanne, acredita que a ex-mulher de Bruno, garantiu sua absolvição com o novo depoimento nesta manhã, quando a ré colaborou com mais informações para o caso Eliza Samudio.
Dia decisivo para Bruno

0 comentários:
Postar um comentário