O policial Militar André Felipe Aguiar Rebello, que matou o modelo Rodrigo Paulo Neves Cardoso, na madrugada desta quinta-feira, no Baixo Méier, na Zona Norte, foi indiciado por homicídio doloso, quando há intenção de matar.
A polícia informou que, segundo testemunhas que estavam no local do crime, Rodrigo foi atingido após ter tentado tirar a arma de André Felipe. O laudo cadavérico também apontou que o tiro foi dado de curta distância, junto ao corpo do policial.
O próprio PM teria acionado os bombeiros para o socorro da vítima, permaneceu no local e se apresentou na Divisão de Homicídios. Em depoimento, André Felipe alegou legítima defesa. O acusado foi preso administrativamente pela Polícia Militar.
Crime teria sido motivado por 'brincadeira', diz mãe da vítima
A mãe do modelo afirmou que segundo relatos de amigos dele, não houve briga entre os dois. De acordo com os amigos, o PM não teria gostado de uma "brincadeira" feita pelo modelo.
"Os amigos que estavam com ele me disseram que Rodigo e o policial já se conheciam e que não brigaram. Tudo começou depois de uma brincadeira", disse Norma Moraes, nesta quinta-feira, ao ir reconhecer o corpo no IML.
Norma afirmou ainda que segundo relatos dos amigos de seu filho, o policial estava armado e bebendo. Ela informou que o nome do PM é André Felipe Aguiar Rebello. O modelo tinha 29 anos e deixa um filho de três anos.
Confusão na Zona Norte
Rodrigo foi assassinado com um tiro no tórax por um policial militar de folga, no início da madrugada desta quinta-feira, no Baixo Méier, Zona Norte do Rio.
Segundo a polícia, o PM teria atirado após uma discussão ente dois grupos: um que estaria em um trailler e outro em um bar, na esquina da Avenida Amaro Cavalcanti com a Rua Tenente Cerqueira Leite, em frente à estação de trens do Méier, local reúne uma grande concentração de bares na região.
O PM trabalhava na UPP do Morro do Adeus e Baiana, no Complexo do Alemão, Zona Norte. Ele foi preso em flagrante, prestou depoimento na Divisão de Homicídios (DH), na Barra da Tijuca e será levado para o Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste.
A polícia informou que, segundo testemunhas que estavam no local do crime, Rodrigo foi atingido após ter tentado tirar a arma de André Felipe. O laudo cadavérico também apontou que o tiro foi dado de curta distância, junto ao corpo do policial.
O próprio PM teria acionado os bombeiros para o socorro da vítima, permaneceu no local e se apresentou na Divisão de Homicídios. Em depoimento, André Felipe alegou legítima defesa. O acusado foi preso administrativamente pela Polícia Militar.
A mãe do modelo afirmou que segundo relatos de amigos dele, não houve briga entre os dois. De acordo com os amigos, o PM não teria gostado de uma "brincadeira" feita pelo modelo.
"Os amigos que estavam com ele me disseram que Rodigo e o policial já se conheciam e que não brigaram. Tudo começou depois de uma brincadeira", disse Norma Moraes, nesta quinta-feira, ao ir reconhecer o corpo no IML.
Norma afirmou ainda que segundo relatos dos amigos de seu filho, o policial estava armado e bebendo. Ela informou que o nome do PM é André Felipe Aguiar Rebello. O modelo tinha 29 anos e deixa um filho de três anos.
Confusão na Zona Norte
Rodrigo foi assassinado com um tiro no tórax por um policial militar de folga, no início da madrugada desta quinta-feira, no Baixo Méier, Zona Norte do Rio.
Segundo a polícia, o PM teria atirado após uma discussão ente dois grupos: um que estaria em um trailler e outro em um bar, na esquina da Avenida Amaro Cavalcanti com a Rua Tenente Cerqueira Leite, em frente à estação de trens do Méier, local reúne uma grande concentração de bares na região.
O PM trabalhava na UPP do Morro do Adeus e Baiana, no Complexo do Alemão, Zona Norte. Ele foi preso em flagrante, prestou depoimento na Divisão de Homicídios (DH), na Barra da Tijuca e será levado para o Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste.

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