
O chefe do Comando Militar do Leste (CML), general Adriano Pereira Junior, disse na quarta-feira (7) que traficantes armados articularam a entrada no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio, para tentar desmoralizar a presença do Exército no conjunto de favelas. Segundo ele, o anúncio doprolongamento da presença do Exército, com mais de 1.600 homens no local, até meados de 2012, causou as recentes ações desses traficantes
.
O general admitiu que o Exército foi pego de surpresa, pois há indícios de que o ataque foi improvisado horas antes por criminosos de outras regiões. Os desentendimentos dos últimos dias entre moradores e militares da Força de Pacificação, que ocupam os complexos da Penha e do Alemão desde dezembro do ano passado, de acordo com o oficial influenciou a ação dos traficantes.“Nossa inteligência não tinha levantado essa ação de ontem, foi muito rápida a decisão deles. Mas lá dentro eles não vão permanecer. Jogo meus 43 anos de serviço nisso.

O general admitiu que o Exército foi pego de surpresa, pois há indícios de que o ataque foi improvisado horas antes por criminosos de outras regiões. Os desentendimentos dos últimos dias entre moradores e militares da Força de Pacificação, que ocupam os complexos da Penha e do Alemão desde dezembro do ano passado, de acordo com o oficial influenciou a ação dos traficantes.“Nossa inteligência não tinha levantado essa ação de ontem, foi muito rápida a decisão deles. Mas lá dentro eles não vão permanecer. Jogo meus 43 anos de serviço nisso.

Quero um Brasil melhor para os meus netos. Enquanto tivermos a população do nosso lado, a sociedade carioca não será vencida”, disse. “A população tem muito medo de que esses homens voltem.

0 comentários:
Postar um comentário