
Um oficial do 7º BPM (São Gonçalo) é o principal suspeito de ter feito os disparos que mataram a juíza Patrícia Acioli e estava nas imediações do Fórum de São Gonçalo no dia 11, momentos antes do crime. A quebra do sigilo telefônico do PM, autorizada pela Justiça, revelou que ele, apesar de morar na Zona Oeste do Rio, estava perto da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo antes de a magistrada deixar o local.O PM falou ao telefone com sua advogada, que havia encontrado com Patrícia no fórum. Na conversa, a mulher informou que a juíza havia decretado, naquele dia, a prisão preventiva desse oficial e de outros sete PMs, também do batalhão de São Gonçalo, por homicídio
.
O processo julgado havia dado reviravolta, já que inicialmente foi registrado na delegacia como auto de resistência. Com isso, os oito militares são investigados pelo assassinato da juíza.Patrícia foi seguida por moto, com dois homens, desde o Fórum de São Gonçalo até a porta de sua casa em Piratininga, Niterói, onde foi executada com 21 tiros. A Polícia Civil investiga se a dupla teria usado uma das motos do 7º BPM no cerco à magistrada. Na unidade, há duas motocicletas descaracterizadas utilizadas pelo Serviço Reservado (P-2) em operações em favelas. No entanto, não está descartada a hipótese de o veículo pertencer a um dos oito PMs
A polícia já analisou imagens de 30 câmeras, entre equipamentos de trânsito, de estabelecimentos comerciais e residências, ao longo do percurso de 35 quilômetros que separam o fórum da casa da juíza. A dupla estava de capacetes e jaquetas de couro. Eles chegaram primeiro à casa da juíza.

O processo julgado havia dado reviravolta, já que inicialmente foi registrado na delegacia como auto de resistência. Com isso, os oito militares são investigados pelo assassinato da juíza.Patrícia foi seguida por moto, com dois homens, desde o Fórum de São Gonçalo até a porta de sua casa em Piratininga, Niterói, onde foi executada com 21 tiros. A Polícia Civil investiga se a dupla teria usado uma das motos do 7º BPM no cerco à magistrada. Na unidade, há duas motocicletas descaracterizadas utilizadas pelo Serviço Reservado (P-2) em operações em favelas. No entanto, não está descartada a hipótese de o veículo pertencer a um dos oito PMs
A polícia já analisou imagens de 30 câmeras, entre equipamentos de trânsito, de estabelecimentos comerciais e residências, ao longo do percurso de 35 quilômetros que separam o fórum da casa da juíza. A dupla estava de capacetes e jaquetas de couro. Eles chegaram primeiro à casa da juíza.


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