O comandante da Polícia Militar, coronel Mário Sérgio Duarte, afirmou que não tem dúvidas da participação de homens da instituição na morte da juíza Patrícia Acioli. No dia seguinte após O DIA revelar que as balas usadas na morte da magistrada serem de uso exclusivo da PM, Mário Sérgio afirmou que mesmo que não tenham atirado contra Patrícia houve participação nem que seja na elaboração do crime.

O laudo balístico ainda não foi divulgado pela Delegacia de Homicídios, o que deve acontecer nos próximos dias. Anteriormente, o comandante já tinha prometido rigor na punição de qualquer policial militar que tenha participação comprovada no assassinato.Apesar de não termos ainda a confirmação que as balas que mataram a juiza tenham sido disparadas por um PM, já suspeitávamos do envolvimento de policiais nisso por causa do grande número de casos julgados por ela e de policiais presos em virtude do envolvimento em crimes naquela região. Se ficar confirmado que foram policiais que mataram a juíza, eles serão expulsos e não tem nem outra hipótese a se cogitar. É expulsão imediata", disse Mário Sérgio.

Lote foi para o 7º BPM
Os agentes da Divisão de Homicídios (DH) já sabem que os cartuchos de calibre 40 arrecadados no local da execução, em Piratininga, Niterói, são de um lote de 10 mil projéteis vendido pela Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) à PM. O próximo passo da investigação é descobrir quais foram os batalhões abastecidos. Informalmente, a Secretaria de Segurança levantou que parte da munição foi distribuída para três unidades — uma delas seria o 7º BPM (São Gonçalo).
O laudo balístico ainda não foi divulgado pela Delegacia de Homicídios, o que deve acontecer nos próximos dias. Anteriormente, o comandante já tinha prometido rigor na punição de qualquer policial militar que tenha participação comprovada no assassinato.Apesar de não termos ainda a confirmação que as balas que mataram a juiza tenham sido disparadas por um PM, já suspeitávamos do envolvimento de policiais nisso por causa do grande número de casos julgados por ela e de policiais presos em virtude do envolvimento em crimes naquela região. Se ficar confirmado que foram policiais que mataram a juíza, eles serão expulsos e não tem nem outra hipótese a se cogitar. É expulsão imediata", disse Mário Sérgio.
Lote foi para o 7º BPM
Os agentes da Divisão de Homicídios (DH) já sabem que os cartuchos de calibre 40 arrecadados no local da execução, em Piratininga, Niterói, são de um lote de 10 mil projéteis vendido pela Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) à PM. O próximo passo da investigação é descobrir quais foram os batalhões abastecidos. Informalmente, a Secretaria de Segurança levantou que parte da munição foi distribuída para três unidades — uma delas seria o 7º BPM (São Gonçalo).


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