sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Lista de investigados tem 36 PMs de São Gonçalo

Na lista dos 91 policiais militares que respondem a processos por homicídio na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo — onde atuava a juíza Patrícia Acioli, assassinada há 15 dias —, 36 deles estão lotados no 7º BPM (São Gonçalo). Outros 14 figuram nos quadros do 12º BPM (Niterói). Um sargento foi cedido para a Diretoria Geral de Segurança Institucional do Tribunal de Justiça (TJ), órgão responsável pela proteção de magistrados que recebem ameaças.

Nesta quinta-feira foi realizada uma reunião no Ministério Público do Rio para discutir os casos que constam na relação. O TJ passou os 91 nomes para a Secretaria de Segurança Pública e pediu a transferência dos militares que atuam nos batalhões de São Gonçalo e Niterói. No entanto, um outro encontro foi marcado para a próxima semana para nova verificação da lista, já que foram encontrados problemas. Entre os nomes citados, por exemplo, alguns já morreram ou foram excluídos dos quadros da PM. Constam ainda nomes de cinco oficiais, mas nenhum de patente superior, como major, tenente-coronel ou coronel
.Apesar do pedido do TJ, na reunião foi definido que os PMs não devem ser transferidos para outros batalhões, e sim para a Diretoria Geral de Pessoal, espécie de ‘geladeira’. Eles teriam porte de arma revogado e carteira policial suspensa por tempo indeterminado.

Uma das suspeitas investigadas inicialmente, a do suposto envolvimento do policial civil Luiz Jason Tosta Pereira — que seria julgado por Patrícia na semana seguinte ao crime —, foi descartada pela polícia.
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